2°S anos ensino médio


Um conto, um contexto


EF69LP53 – Ler em voz alta textos literários diversos, bem como leituras orais capituladas (compartilhadas ou não com o professor) de livros, contar/recontar histórias tanto da tradição oral quanto da tradição literária escrita, expressando a compreensão e interpretação do texto por meio de uma leitura ou fala expressiva e fluente, gravando essa leitura ou esse conto/reconto.


Leia o texto e, em seguida, responda ao que se pede.
A festa no céu
Ia haver uma festa no céu e o amigo urubu convidou todos os bichos.
Dona juriti, que era cantora afamada, foi convocada para animar a festa.
Nesse tempo, o sapo andava em pé, e era muito farrista. Encontrou- se com a juriti, que
estava polindo a garganta. Logo que viu o sapo, ela começou a zombar dele:
— É, amigo sapo, você não pode ir à festa do amigo urubu no céu, pois não tem asas! E vai
ser uma festança danada! Mas é só para os bichos que voam.
O sapo pediu:
— Oh, amiga juriti, me leva!
— Levo nada. Você é muito pesado. Quando voltar da festa, eu lhe conto como foi.
O sapo garantiu que não perderia a festa por nada, e a juriti riu pra danar dele.
No dia da festa, ele arrumou um jeito de se enfiar na viola do urubu, que era o tocador. O
urubu sentiu que a viola estava pesada, mas não parou para ver o que era, pois, sendo ele o
tocador, não poderia chegar atrasado.
No céu, toda espécie de bicho de asas estava lá, se alegrando, dançando e comendo muito.
Nisso, para surpresa de todos, surge o sapo.
O danado comeu, bebeu e dançou até altas horas. Depois, lembrou-se da volta e, sem que
ninguém o visse, se meteu na viola do urubu.
A festa ainda estava animada e a juriti, maldosa, achou de provocá-lo:
— Tá todo mundo aqui, só o sapo não! Tá todo mundo aqui, só o sapo não!
O besta do sapo, em vez de ficar quieto, achou de colocar a cabeça pra fora da viola e
responder:
— Ói eu aqui, óí eu aqui, aqui, aqui!
O urubu, brabo com o engano, pegou o sapo e disse que ia jogá-lo lá embaixo. Então o sapo
pediu que o jogasse na água, mas não jogasse no lajedo (o lajedo era seu amigo). O urubu
estava com raiva e disse:
— Eu vou lhe jogar é no lajedo, seu miserável!
E jogou o sapo, que ia caindo e gritando:
— Lajedo, abre os braços!
Abre os braços, lajedo!
O lajedo ouvia, mas não conseguia entender direito, pois o sapo estava muito alto. Quando foi
entender já era tarde, e o sapo se estatelou em cima dele - Pof!
Aí o sapo quebrou a coluna, e desse dia em diante não andou mais em pé.
Fonte: Nelcina Alves (Mãe Nelcina). In: Contos e fábulas do Brasil. Marco Haurélio (Org.). São Paulo: Nova
Alexandria, 2011. p. 29-30.

Questão: Além de farrista, que outros adjetivos (características) podem ser aplicados ao sapo?

Trapaceiro e teimoso.
Ingrato e impulsivo.
Trapaceiro e ingrato.
Disponível em: https://atividadesdeportugueseliteratura.blogspot.com/2017/05/leitur

Língua Portuguesa – 

Habilidade -EF69LP03B Identificar, em reportagens e fotorreportagens, o fato retratado.

Texto 1 -Jovem brasileiro imerso na realidade das Fake News Fake News fazem parte do dia a dia do jovem brasileiro nas mídias digitais. João Gilberto, 15, está hospitalizado, pois, na última sexta-feira, tentou suicídio, em sua casa, após ter recebido um vídeo fake, no qual estava sendo acusado de um crime. O Professor Leônidas, que ministra aulas de Língua Portuguesa na Escola Estadual Boa Esperança, onde João Gilberto é estudante, relata: “Muitas pessoas, ao fazerem uso das redes sociais, utilizam-se de perfis falsos, criando um mundo virtual, contrapondo com o real”. E complementa: “Distorcer imagens por meio de fotos, postar vídeos de ex-namorados(as), atrapalhar o real sentido das comunicações e a veracidade das informações, obter lucros, apropriar-se da credibilidade das pessoas, prejudicar o próximo e pessoas públicas, entre outros, é um crime!” As Fake News, já incorporadas ao cotidiano dos jovens brasileiros, que fazem uso das mídias digitais, possuem um grande poder de persuasão, espalham-se com muita rapidez devido ao apelo emocional e sensacionalista. Há a necessidade de checar a veracidade das notícias antes de serem compartilhadas. Afinal, os fatos, as notícias, as imagens e seus compartilhamentos estão disponíveis para o mundo inteiro.

Texto de Cristiane Aparecida Nunes, Fabricio Cristian Proença, Marcia Aparecida Barbosa Corrales, Mariângela Soares Baptistello Porto, Ronaldo César Alexandre Formici (escrito especialmente para esse material).

1. Com base no Texto 1, responda.

O que aconteceu?

Com quem?

Quando?

Como?

Onde?

Texto 2 - Impactos das Fake News Colaboradores da Vila da Paz estão preocupados com as Fake News “Misericórdia! Estamos vivendo uma época em que as Fake News ganharam uma força extraordinária! Contar uma mentira no dia 1º de abril é até aceitável, mas o que está acontecendo nos meios digitais está fugindo ao controle da população”, disse M. Braga, 18, morador da Vila da Paz. Outros jovens moradores, ouvidos na semana passada, estão muito preocupados com os impactos ocasionados pela disseminação de notícias falsas.

 Afirmou L. Rocha, 23, “Estamos vivendo um momento absurdo, sem sabermos o que é de fato verdade ou mentira”. “A gente precisamos (sic) fazer alguma coisa contra essas mentiras”, opinou B. Gonçalves, 17. Segundo A. Silva, 15, “Chegou a hora de parar com esse caô e de se esconder atrás de falsidades!!!” A mensagem que esses jovens passam é a de que a população, em geral, necessita ser conscientizada de que isso acontece, porque falta conferir a veracidade dos fatos, pesquisar as fontes e não esquecer de checar se há erros gramaticais.

Texto de Cristiane Aparecida Nunes, Fabricio Cristian Proença, Marcia Aparecida Barbosa Corrales, Mariângela Soares Baptistello Porto, Ronaldo César Alexandre Formici (escrito especialmente para esse material)

 

2. Jovem brasileiro imerso na realidade das Fake News e Impactos das Fake News são os títulos dos Textos 1 e 2, respectivamente.

 a) Os dois falam a respeito de quê?

b) Qual deles apresenta aspecto mais genérico?

 

3. A linguagem utilizada pelos jornais segue o registro formal da língua. No texto Impactos das Fake News (Texto 2), entretanto, encontramos registros do uso da linguagem informal/coloquial. Exemplifique  abaixo./




objetivo Identificar classes de substantivo

Substantivo

O substantivo faz parte da classe de palavras variáveis da língua portuguesa. Isso quer dizer que pode apresentar flexões de gênero, número e grau.

A definição de substantivo é: a palavra que dá nome aos seres, coisas, lugares, ideias, sentimentos.

Substantivo Comum

Os substantivos comuns são as palavras que designam os seres da mesma espécie de forma genérica:

Exemplos: pessoa, gente, país.

Substantivo Próprio

Os substantivos próprios, grafados em letra maiúscula, são palavras que particularizam seres, entidades, países, cidades, estados da mesma espécie.

Exemplos: Brasil, São Paulo, Maria.

Substantivo Simples

Os substantivos simples são formados por apenas uma palavra.

Exemplos: casa, carro, camiseta.

Substantivo Composto

Os substantivos compostos são formados por mais de uma palavra.

Exemplos: guarda-chuva, guarda-roupa, beija-flor.

Substantivo Concreto

Os substantivos concretos designa as palavras reais, concretas, sejam elas pessoas, objetos, animais ou lugares.

Exemplos: menina, homem, cachorro.

Substantivo Abstrato

Os substantivos abstratos são aqueles relacionados aos sentimentos, estados, qualidades e ações.

Exemplos: beleza, alegria, bondade.

Substantivo Primitivo

Os substantivos primitivos, como o próprio nome indica, são aqueles que não derivam de outras palavras.

Exemplos: casa, folha, chuva.

Substantivo Derivado

Os substantivos derivados são aquelas palavras que derivam de outras.

Exemplos: casarão (derivado de casa), folhagem (derivado de folha), chuvarada (derivado de chuva).

Substantivo Coletivo

Os substantivos coletivos são aqueles que se referem a um conjunto de seres.

Exemplos: flora (conjunto de flores), álbum (conjunto de fotos), colmeia (conjunto de abelhas).

 

 

Objetivo Identificar verbos e conjugação e advérbios como termos modificadores do verbo

Verbos

Os verbos regulares e irregulares são as duas flexões de verbos pautadas nas formas de conjugação as quais pertencem.

Assim, importante destacar que os verbos são divididos em 3 tipos de conjugação de acordo com o término da palavras.

Existem 3 conjugações verbais:

A 1ª que tem como vogal temática o ”a”
Ex: cantar, pular, sonhar etc…

A 2ª que tem como vogal temática o ”e”
Ex: vender, comer, chover, sofrer etc….

A 3ª que tem como vogal temática o ”i”
Ex: partir, dividir, sorrir, abrir etc….

Exemplos:

1º CONJUGAÇÃO verbos terminados em AR

2º CONJUGAÇÃO verbos terminados em ER

3º CONJUGAÇÃO verbos terminados em 

IR

sonhar

cantar

amar

chover

sofrer

vender

partir

sorrir

abrir

 



Exemplos de Conjugação de Verbos Regulares



1.ª Conjugação: Verbo Cantar no Modo Indicativo

Presente

Eu canto

Pretérito Perfeito

Eu cantei

Pretérito Imperfeito

Eu cantava

Pretérito Mais-que-perfeito

Eu cantara

Futuro do Presente

Eu cantarei

Futuro do Pretérito

Eu cantaria





2.ª Conjugação: Verbo Comer no Modo Indicativo

Presente

Eu como

Pretérito Perfeito

Eu comi

Pretérito Imperfeito

Eu comia

Pretérito Mais-que-perfeito

Eu comera

Futuro do Presente

Eu comerei

Futuro do Pretérito

Eu comeria







3.ª Conjugação: Verbo Partir no Modo Indicativo

Presente

Eu parto

Pretérito Perfeito

Eu parti

Pretérito Imperfeito

Eu partia

Pretérito Mais-que-perfeito

Eu partira

Futuro do Presente

Eu partirei

Futuro do Pretérito

Eu partiria

Eles/elas partiriam  

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